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Corpo do jovem foi sepultado no Cemitério Municipal de Indiana (SP) — Foto: Reprodução/Google Maps
O corpo de Guilherme Flores Bisael da Silva, rapaz de 19 anos que morreu esfaqueado após intervir em uma briga de casal em Anhumas (SP), foi sepultado às 9h desta terça-feira (4), no Cemitério Municipal de Indiana (SP), cidade onde residia sua família, conforme apurado pelo g1.
O jovem morreu após ser esfaqueado durante uma cavalgada realizada em uma área rural de Anhumas (SP), na noite de domingo (2). Até a última atualização desta reportagem, ninguém havia sido preso.
Segundo o boletim de ocorrência, a vítima participava do evento na companhia de um amigo quando ambos presenciaram uma briga entre um casal desconhecido. Ao tentar intervir para defender a mulher, o rapaz foi atingido por um golpe de faca no peito. Ainda conforme o registro policial, após a agressão, o suspeito e a mulher fugiram do local.
O amigo da vítima socorreu o jovem e o levou ao Hospital Municipal de Regente Feijó (SP), mas ele não resistiu aos ferimentos e morreu antes de chegar à unidade.
Uma testemunha informou à Polícia Militar que não conhece o autor da facada nem a mulher envolvida na discussão. O suspeito foi descrito como um homem que usava calça jeans e camiseta xadrez. Os policiais realizaram buscas, mas o homem não foi encontrado no local.
Como a testemunha não soube indicar o ponto exato onde o crime ocorreu, por se tratar de uma área rural, a perícia não foi acionada para o local. A faca utilizada no homicídio também não foi encontrada. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).
O que diz a organização do evento
Em nota, a Prefeitura de Anhumas lamentou a morte do rapaz e se solidarizou com a família e cim os amigos. O município reforçou que o fato não possui qualquer relação com a cavalgada, evento promovido pela administração municipal.
Ainda conforme a nota, o alvará expedido para a realização do evento valia das 10h às 18h, enquanto a ocorrência se deu em local distinto do recinto, após o encerramento da festa, envolvendo circunstâncias alheias à organização do evento.
A prefeitura reforçou que a organização da cavalgada tomou conhecimento do ocorrido posteriormente, não havendo qualquer registro da situação durante a realização das festividades.












