Situação foi flagrada pela Polícia Ambiental em Osvaldo Cruz (SP). Aves são de espécies ameaçadas de extinção, situação que eleva o valor da autuação.
Por Stephanie Fonseca, G1 Presidente Prudente

Polícia flagrou macacos-prego mantidos em cativeiro, sem autorização
Após receber informações sobre aves e animais silvestres em cativeiro, a Polícia Ambiental foi até um sítio da cidade. A equipe conversou com o proprietário que, ciente da denúncia, autorizou a vistoria na propriedade.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/u/8/l51i6BRMy67VR2WVqnig/whatsapp-image-2021-08-20-at-20.09.14-1-.jpeg)
Ocorrência com arara-vermelha em cativeiro, sem autorização, foi registrada em Osvaldo Cruz — Foto: Polícia Ambiental
Durante a fiscalização os policiais constataram mantidos em viveiros:
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/v/Q/AIn1oQTuqNCP8Mf40Yzg/whatsapp-image-2021-08-20-at-20.09.09.jpeg)
Ocorrência com arara-canindé em cativeiro, sem autorização, foi registrada em Osvaldo Cruz — Foto: Polícia Ambiental
Como o homem não possuía autorização para a criação dos animais, a polícia elaborou em desfavor do envolvido um Auto de Infração Ambiental (AIA) no valor de R$ 11.000.
A autuação tem como base o artigo 25 da Resolução SIMA-05/2021, que dispõe sobre “matar, perseguir, caçar, apanhar, coletar ou utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida”.
Por estarem domesticados e também pela falta de local adequado para a destinação, os animais permaneceram com o infrator até decisão da Justiça.
Conforme a polícia, as espécies de araras apreendidas estão ameaçadas de extinção, situação que eleva o valor da autuação para R$ 5.000 por ave, também com base na Resolução Ambiental.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/0/1/crNSu1RLmTGDstygV9TA/whatsapp-image-2021-08-20-at-20.09.14.jpeg)
Ocorrência com macacos-prego em cativeiro, sem autorização, foi registrada em Osvaldo Cruz — Foto: Polícia Ambiental
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/k/G/Bi175OSAS5AKxM4b6sqQ/whatsapp-image-2021-08-20-at-20.09.14-2-.jpeg)
Ocorrência com araras em cativeiro, sem autorização, foi registrada em Osvaldo Cruz — Foto: Polícia Ambiental
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/v/T/TdqPAzTfKsPL46H2g9pg/whatsapp-image-2021-08-20-at-20.09.15.jpeg)
Ocorrência com macacos-prego em cativeiro, sem autorização, foi registrada em Osvaldo Cruz — Foto: Polícia Ambiental
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/f/a/IAyQGeS5aGZVgruhldug/whatsapp-image-2021-08-20-at-20.09.14-3-.jpeg)
Ocorrência com macacos-prego em cativeiro, sem autorização, foi registrada em Osvaldo Cruz — Foto: Polícia Ambiental
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/L/6/KnqUURTfGqOUBT343OCg/whatsapp-image-2021-08-20-at-20.09.13.jpeg)











