Suspeita de ajudar homem a matar mãe e padrasto por não aceitarem homossexualidade é presa em Araçatuba
Segundo a polícia, ela teria fornecido remédio para dopar as vítimas; crime aconteceu na madrugada de sábado (14). Homem confessou que contratou uma pessoa por R$ 700 para matar a mãe e o padrasto, pois eles não aceitavam sua homossexualidade.
Uma mulher de 40 anos foi presa em Araçatuba (SP) suspeita de participação no assassinato de um casal, ocorrido na madrugada de sábado (14). Magali Catarini Luz, de 61 anos, e o marido Lourival Aparecido Poletti, de 56 anos, foram encontrados mortos, com sinais de espancamento, em sua casa, no bairro Jardim TV.
O suspeito de planejar o duplo homicídio é o filho de Magali, de 36 anos, que confessou o crime e foi preso. Ainda de acordo com a polícia, a motivação do crime seria o fato de que a mãe e o padrasto não aceitavam a homossexualidade do homem.
“Ele revelou que contratou uma pessoa, no valor de R$ 700, e os dois usaram o cabo de um machado e um pedaço de pau para agredir as vítimas”, explicou o delegado José Abonizio.
Segundo a Polícia Militar, o homem teria acionado a equipe ao supostamente encontrar a mãe morta ao lado do carro estacionado na garagem. Após buscas, o padrasto também foi encontrado, mas estava dentro do porta-malas do veículo.
Com o decorrer das investigações, a polícia informou que, na verdade, o filho teria cometido o crime. “Ao chegar ao local, parecia ser um latrocínio. Mas chamou a atenção como a casa foi revirada e não houve indícios de nada roubado”, informou o delegado.
Depois de haver um desencontro de informações, o homem confessou à Polícia Civil que ele e outro suspeito mataram o casal.
Segundo a polícia, a mulher que foi presa suspeita de ter participado do crime trabalhava com um dos autores e forneceu remédio para dopar as vítimas, além de explicar todo o passo a passo para a realização do duplo homicídio.












